segunda-feira, 19 de abril de 2010

DEVEMOS BUSCAR AO SENHOR

Estamos em um tempo em as pessoas não tem mais temor a DEUS e andam de qualquer maneira vivendo de qualquer maneira onde podemos ver que o nosso DEUS não se encontra satisfeito onde não tem chegado as narinas de nosso Senhor como cheiro suave as suas narinas, pessoas amante de si próprio pessoas que não tem mais amor pela obra de DEUS mais a palavra do Senhor ela é pura é viva e eficaz, e mais penetrante do que espada alguma de dois gumes, e penetra até à divisão da alma e do espírito, e das juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração (HB 4:12)este é o motivo de glorificarmos a DEUS porque ELE é Fiel e mesmo em meio tantas coisas sabemos que ELE é Fiel e nos diz na sua palavra (II Crônicas 7:14) - E se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra.




Ronaldo Bezerra

domingo, 11 de abril de 2010

REUNIÃO DE COOPERADOR NA SEDE DA ASSEMBLÉIA DE DEUS MINISTERIO DO BELÉM SETOR 29


11/04/2010




REUNIÃO DE OBREIROS DA ASSEMBLÉIA DE DEUS MINISTÉRIO DO BELÉM
CONTA COM A PARTICIPAÇÃO DO PASTOR JOSÉ WELLINGTON BEZERRA DA COSTA
ONDE DEUS FALOU GRANDE MENTE ATRAVEZ DO SEU SERVO


Marina Silva começa a ter apoio de igrejas evangélicas, mas avisa: “Não vou usar o púlpito como palanque

Saudada como “nossa irmã Marina”, a senadora Marina Silva (PV-AC) selou ontem o primeiro apoio de uma igreja evangélica na corrida presidencial. Em visita a Garanhuns (PE), ela foi recebida com festa num colégio presbiteriano, onde se reuniu com 20 pastores e fez um discurso de forte teor religioso.




Após o evento, o reverendo Silas Menezes, número dois da hierarquia da igreja, disse à Folha que os “cristãos sérios” devem apoiar sua candidatura ao Planalto.



“Ela é a candidata mais indicada para nos representar. A parte séria dos cristãos vai se inclinar para Marina”, afirmou Menezes, vice-presidente do Supremo Concílio presbiteriano. “Ela terá mais votos do que as pesquisas dizem. Só precisa se tornar mais conhecida.”



“Não devemos declarar apoio oficial, mas recomendamos que nossos fiéis olhem para os domésticos da fé”, disse o pastor Marcos André Marques. Marina será convidada para um encontro com a cúpula da igreja nas próximas semanas.



Em 2002, a denominação sustentou a candidatura presidencial do ex-governador do Rio Anthony Garotinho, que é presbiteriano. A igreja contabiliza 1 milhão de fiéis no país e exerce forte influência sobre outros ramos evangélicos.



Marina se converteu à Assembleia de Deus há 13 anos e é a única evangélica na disputa para suceder o presidente Lula.



O bispo católico de Garanhuns, dom Fernando Guimarães, também foi convidado para o ato de ontem. No entanto, ele não discursou.



Marina reclamou de preconceito contra evangélicos: “Vejo pessoas tentando associar fé cristã a conservadorismo. Quem quiser ser dogmático e conservador não use a Bíblia como referência. Quem quiser ser machista ou discriminar, que o faça por sua conta”.



Em outras ocasiões, ela já se queixou de uma suposta tentativa de rotulá-la como conservadora e defensora do criacionismo. Marina diverge do PV em questões sensíveis aos evangélicos, como descriminalização do aborto. Anteontem, prometeu não fazer uso político da religião. “Não vou usar o púlpito como palanque e não vou satanizar ninguém. O amor que Deus tem por mim, Ele tem por Dilma, Serra e Ciro.”



Na cidade natal de Lula, a senadora deixou de lado as críticas para elogiar o presidente. “Quando vinha do aeroporto, pensei: “Puxa vida, aqui nasceu o menino Lula”. Ele já foi uma criancinha e virou presidente. Para mim, é uma emoção muito grande estar aqui”, discursou. À noite, Marina assistiu à encenação da Paixão de Cristo em Nova Jerusalém.



Fonte: Folha / Gospel+

Via: Pavablog

I Seminário de Capelanias no DF

Em 8 de maio (das 8h30 às 17h), a SBB promoverá o I Seminário de Capelania Prisional, Hospitalar e Escolar. O evento acontecerá no auditório da Secretaria Regional da SBB em Brasília, em parceria com a Ordem dos Capelães Evangélicos do Brasil (OCEB).




Por meio de palestras sobre os ensinamentos sagrados, o objetivo é formar capelães para visitar e evangelizar presos, pacientes e estudantes da capital federal e suas cidades satélites.



Para confirmar presença e saber mais informações do seminário, entre em contato com a OCEB pelos telefones: (61) 8483-9880 e 9658-5758.

sábado, 10 de abril de 2010

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Os perigos do desvio espiritual lição de n° 2 dia 11 de abril de 2010








Leitura Bíblica em Classe

Jeremias 2.1-7,12,13

 Introdução

I. O que é apostasia?

II. Um brado contra a apostasia

III. Em que consistia a apostasia de Israel?

Conclusão

Tema do Subsídio

Pregador e Pregação: Um antídoto eficaz contra a apostasia

Prezado professor, na lição de hoje o universo temático é palpitante: Apostasia. A apostasia é um ataque interno, ela surge silenciosamente no seio da família, igreja e seminários; e se externaliza em seus efeitos perante a sociedade.

O subsídio dessa lição se propõe analisar os instrumentos eficazes para denunciar e erradicar a Apostasia: Pregador e Pregação.

Visando fazer um diálogo desses dois instrumentos com a problemática da apostasia, queremos mostrar a relevância e a seriedade que se deve aplicar ao exercício da pregação contemporânea.



A relevância do Pregador

O pregador contemporâneo tem um grande desafio pela frente: ser autêntico com a genuinidade do Evangelho. O grande perigo que sonda o pregador é a espetacularização da mensagem. A conseqüência é a “fabricação” da mensagem para massagear egos e não comunicar verdades palpitantes do texto bíblico. Deve o pregador ter em mente que a sua relação com a Bíblia deve ser a mais natural possível. Sobre isso diz o doutor Martin Lloyd-Jones (o relevante pregador britânico de sua época) ao pregador: “O grande perigo é lermos a Bíblia ao acaso, pegando somente as passagens de que gostamos. O certo seria lermos a Bíblia pelo menos uma vez por ano, todos os anos. Feita essa leitura geral todos os dias, podemos estudar um livro específico da Bíblia com a ajuda de comentários. Não se deve ler a Bíblia à procura de textos para sermões, mas sim porque ela é um alimento de Deus para a alma. Assim fazendo, logo descobriremos um texto em particular que nos abala, sugerindo um material para o sermão”.

Esse condicionamento para o texto bíblico implicará na motivação do Pregador. O pregador que tem em sua alma a essência do Evangelho poderá falar seguramente “Assim diz o Senhor!”, ainda que esta fala afronte diretamente interesses particulares. O Evangelho não é para concessões, mas nós devemos a todo tempo fazer as concessões que o Evangelho determina. É o Evangelho que faz o homem retroceder nos seus intentos ruins. Sentir o que Deus sente, falar o que Deus fala só é possível a partir da relação íntima cultivada com Ele após perscrutar os direcionamentos dados através de suas Verdades. Por isso, a relação do pregador diante da revelação de Deus, deve ser proporcional a necessidade íntima que ele manifesta perante Deus, ou seja, precisa vir da relação mais natural possível com a Palavra de Deus.









A pregação e a apostasia

Para a apostasia ser combatida e erradicada, a pregação deve desempenhar um papel relevante. Seus aspectos, desafiador, corretor e consolador precisam ser preservados com a base do amor. Podemos tomar emprestadas algumas considerações de Jhon MacARTHUR, Jr. , onde ele explora com destreza as características da pregação:

• A pregação deve receber a devida prioridade;

• A pregação deve receber a devida fundamentação;

• A pregação deve possuir o devido conteúdo;

• A pregação deve conter o devido compromisso;

• A pregação deve manifestar o chamado supremo do pregador.

Expressando de forma autêntica, o Pastor George O. Wood expõe a seriedade da pregação elegendo um método: “Uma razão para o pastorado longo: ‘Pregação Expositiva’ . A pregação expositiva basicamente toma uma perícope da Escritura respondendo duas perguntas: O que disse? E o que diz? Após responder essas perguntas, os pontos principais e os subpontos da mensagem são regidos pelo próprio texto, ou seja, a pregação expositiva não permite ondulações externa ao texto, mas exige que o pregador domine integralmente o âmago do texto para garantir a fidelidade na exposição do texto bíblico. Por isso o papel da pregação no combate à apostasia é tão relevante!

Olhando para a história da igreja, aonde ocorreram os Avivamentos, Despertamentos e Arrependimentos; a seriedade kerigmática sempre esteve presente nesses movimentos (John Wesley; Charles Spurgeon; Jonathan Edwards; etc...). Portanto, contra a apostasia, faz-se necessário o exercício sério, paulatino, intelectual e espiritual da pregação. Esta por sua vez precisa responder perguntas que estão sendo feitas, precisa comunicar verdades absolutas, precisa iluminar as mentes, precisa aquecer os corações, precisa acalmar o aflito, precisa incomodar o acomodado, precisa desafiar à encarnarnação dos valores contido no Reino. O Pregador precisa falar e o povo precisa ouvir, assim, a apostasia terá uma poderosa barreira no seio da igreja!



Referência Bibliográfica



MACARTHUR, JR., John. Ministério Pastoral, Alcançando a excelência no ministério cristão. Rio de Janeiro. 4ª ed. CPAD, 2004.

Manual Pastor Pentecostal, Teologia e Práticas Pastorais. Rio de Janeiro. 3ª ed. CPAD, 2005.






quarta-feira, 7 de abril de 2010

São Bernardo receberá mais de R$ 1,1 milhão proveniente de emendas parlamentares

O prefeito de São Bernardo do Campo assinou nesta terça-feira (06/04), um convênio com o Governo do Estado para a liberação de R$ 1,15 milhão referente a duas emendas da deputada estadual Ana do Carmo. As emendas, uma no valor de R$ 150 mil e outra no valor de R$ 1 milhão, foram assinadas pelo chefe do Executivo no Palácio dos Bandeirantes, em São Paulo, e se destinam às obras de pavimentação asfáltica da Avenida Presidente João Café Filho.




A obra, orçada em R$ 23 milhões, consiste na duplicação de toda a pista e construção das alças de acesso do viaduto do Km 22,5 da Via Anchieta, que passará por recuperação. A intervenção possibilitará a interligação entre os bairros Assunção e Ferrazópolis, facilitando o acesso de um lado a outro da cidade sobre a Via Anchieta e também o tráfego geral à região do Bairro dos Casa.



Segundo a Secretaria de Transportes e Vias Públicas
 
 
 
Vanessa Oliveira da redação

terça-feira, 6 de abril de 2010

Centenário da Assembleia de Deus no Brasil: a festa agora é em Natal


O Salmo 80 descreve algo que se assemelha à vida da Assembleia de Deus no Brasil. A partir do versículo 8, registrou o salmista: "trouxeste uma vinha do Egito; lançaste fora as nações e a plantaste. Preparaste-lhe lugar e fizeste com que ela apronfudasse raízes; e, assim, encheu a terra. Os montes cobriram-se com a sua sombra, e como os cedros de Deus se tornaram os seus ramos. Ela estendeu a sua ramagem até ao mar, e os seus ramos até ao rio".

Meus amados, a presença da Assembleia de Deus no Brasil é marcante. A nossa história é muito bonita porque seu início é consequência da ação divina. No início do século 20, vieram para o nosso país dois jovens obreiros da Escandinávia trazendo a mensagem pentecostal. Obedecendo a uma ordem de Deus, os dois jovens aportaram na cidade de Belém, capital do Estado do Pará, e, no ano de 1911, eles fundaram a Assembleia de Deus. É verdade que nos primórdios a denominação era conhecida por outro nome, era a Missão da Fé Apostólica, mas em 1918, a liderança pentecostal adotou oficialmente o título Assembleia de Deus, e dessa forma começamos a escrever a nossa história.

Meus irmãos, aquela semente plantada por aqueles dois homens no extremo norte do Brasil brotou, fazendo nascer uma grande árvore, que produziu frutos e foi se desenvolvendo, e novas sementes foram plantadas. A trajetória das Assembleias de Deus começou do Norte para o Nordeste, migrando para o Sudeste, percorrendo o Centro-Oeste e, finalmente, alcançou o Sul do país. Dessa forma, a nossa denominação é uma árvore frondosa que está plantada em todo território nacional para nossa alegria, segurança e edificação. Temos uma congregação em quase todas as vilas de todos os municípios brasileiros, e como é lindo a pessoa encontrar um letreiro com os dizeres “Assembleia de Deus”. Muitas vezes o local é humilde, mas o importante é que naquela residência existe um pregador, ou até mesmo um autodidata, um homem simples, porém portador da unção de Deus e um expositor da mensagem de que Jesus Cristo salva, cura, batiza no Espírito Santo e em breve voltará.

Amados irmãos, nós já iniciamos as comemorações do Centenário da Assembleia de Deus no Brasil e há uma chama ardendo dentro de nossa alma. Estamos dispostos a continuar ensinando sobre Jesus.

Por meio de vários eventos, já estivemos na maioria dos Estados do nosso grande país e a Conferência Pentecostal da festa dos 100 anos já teve sua primeira edição no Centro-Oeste, na cidade de Cuiabá, em 2008, e sua segunda edição na Região Sul, em Curitiba, em 2009; e, neste ano, estaremos comemorando o Centenário da AD no Nordeste, mais precisamente na cidade de Natal.

Com a ajuda de Deus, estaremos reunidos naquela bela cidade para anunciar ao povo daquela região que Jesus Cristo é o Salvador e que em breve Ele virá para buscar a Sua amada Igreja. Cremos que o Centenário de nossa denominação ficará marcado no coração do povo assembleiano, para honra e glória do nome do Senhor Jesus.



José Wellington Bezerra da Costa

Presidente da CGADB

25 de abril Dia da Evangelização Internética – Cristãos de todo o mundo juntos pregando o evangelho na internet

O Dia da Evangelização Internética é um dia especial para aquelas igrejas que querem explorar em conjunto com seus membros as fascinantes oportunidades para compartilhar as Boas Novas na rede. Materiais preparados e disponíveis gratuitamente para download e ser rapidamente utilizadas na montagem de apresentações de 5 a 50 minutos de duração. Os materiais disponíveis incluem apresentações seriadas, videoclipes, roteiros de peças e canções, etc.







Muitas igrejas estarão comemorando este evento neste ano de 2010 pela sexta vez desde que o mesmo foi lançado em 2005. Desde então a mídia digital se desenvolveu de maneira impactante com o advento do YouTube, Facebook, Blog e Twitter e com o uso crescente de dispositivos de telefonia móvel que acessam os serviços online.






O website do Dia da Evangelização Internética centraliza informações que cobrem vários assuntos incluindo-se aí: como construir um website para sua igreja que seja amigável para ‘os de fora’, como fazer uso Blog e do Twitter para evangelizar e idéias para blogar de maneira eficaz. O mais supreendente é que você não precisa ser um nerd para compartilhar sua fé no mundo online. O site ainda ainda oferece a você a oportunidade para se voluntariar e servir como mentor para quem tiver dúvidas em variados ministérios disponíveis online.






O Dia da Evangelização Internética é uma iniciativa da Coalizão Internética de Evangelismo, sediada no Billy Graham Center, na cidade de Wheaton, Illinois, nos EUA. É uma iniciativa apoiada por um grande número de líderes e grupos cristãos. O bem conhecido autor John Stot declarou – “eu fico muito contente em recomendar o Dia da Evangelização Internética”. É uma excelente oportunidade para que igrejas passem a explorar ou explorem de forma melhor as oportunidades trazidas com a internet.





A data mundial para o evento é o dia 25 de abril.






http://www.internetevangelismday.com/

segunda-feira, 5 de abril de 2010

O CEGO DE JERICÓ

E, ouvindo que era Jesus de Nazaré, começou a clamar, e a dizer:
 Jesus, filho de Davi, tem misericórdia de mim.

E muitos o repreendiam, para que se calasse; mas ele clamava cada vez mais: Filho de Davi! Tem misericórdia de mim.

E Jesus, parando, disse que o chamassem; e chamaram o cego, dizendo-lhe: Tem bom ânimo; levanta-te, que ele te chama.

E ele, lançando de si a sua capa, levantou-se, e foi ter com Jesus.

E Jesus, falando, disse-lhe: Que queres que te faça? E o cego lhe disse: Mestre, que eu tenha vista.

E Jesus lhe disse: Vai a tua fé te salvou. E logo viu, e seguiu a Jesus pelo caminho.
Marcos:10-47a52

domingo, 4 de abril de 2010

JEREMIAS, O PROFETA DA ESPERANÇA - Subsídio Para Lição Bíblica, Lição - 01

Subsídio elaborado pela equipe de educação da CPAD




Leitura Bíblica em Classe

2 Coríntios Jeremias 1.1-10

I. A origem sacerdotal do profeta Jeremias

II. A vocação de Jeremias

III. O estado civil de Jeremias

IV. A postura profética de Jeremias





Tema do Subsídio



Visão panorâmica e conceito de Justiça no Livro de Jeremias



Prezado professor, estamos iniciando mais um trimestre de Lições Bíblicas. O tema a ser abordado é “Jeremias: Esperança em tempos de crise”. O livro de Jeremias é rico em profecias (que se cumpriram e vão cumprir) e episódios históricos importantes que marcam a história do povo hebreu. Mas acima de tudo, o livro de Jeremias tem o ponto central que iremos abordar neste subsídio: a Justiça de Deus. O princípio de Justiça permeia todo o livro do profeta Jeremias. No subsídio dessa lição, além de abordar o conceito de Justiça de Deus, faremos uma análise panorâmica do livro de Jeremias denotando as seguintes questões: Data, autoria, esboço teológico, sermões e passagens importantes do livro de Jeremias. Outras questões a serem consideradas nesse subsídio são a missão do profeta e lições contemporâneas proveitosas para a vivência atual da igreja do Senhor nesse mundo. Desejamos ao prezado professor, um rico aprendizado nesse trimestre! Deus abençoe as suas aulas!



Data e autoria



Fortes evidências internas identificam Jeremias como o autor do livro que leva seu nome. Muito de seu conteúdo foi compilado exatamente antes da rendição de Jerusalém, em a.C.



Esboço teológico



I. A Missão de Jeremias (1 – 10)

II. A violação da Aliança (11 – 20)

III. A aproximação do julgamento (21 – 29)

IV. A nova aliança (30 – 33)

V. A queda de Jerusalém (34 – 52)



Sermões[1]



Na época de Josias: Jr 2.1 – 3.5; 3.6 – 6.30; 7.1 – 10.25; 18.1 – 20.18

Nos dias de Jeoaquim: Jr 14 – 17; 22 – 23; 25 – 26; 35 – 36; 45 – 48

No dias de Zedequias: Jr 21; 24; 27 – 34; 37 – 39; 49

Nos dias de Gedalias[2]: Jr 40 – 44

As últimas mensagens: Jr 50 – 52



Principais passagens



Jr 2. O profeta classifica os pecados de Judá

Jr 17. O pecado é uma questão de foro íntimo da humanidade

Jr 23. Os falsos profetas. Como identificá-los

Jr 28. Os profetas falsos versus os verdadeiros

Jr 31. Deus promete uma nova aliança a seu povo



A Justiça de Deus



A Justiça de Deus é tema recorrente no livro de Jeremias. No Antigo Testamento há vários termos que caracterizam o conceito bíblico de Justiça, onde nesta oportunidade destacaremos três: yashar; mishpat; sedeq. O termo yashar denota o caminho “reto”, “direito”, “suave”, apontando o princípio de retidão norteadora no caminho do indivíduo (Pv 9.15; Pv 15.21). A palavra mishpat denota julgamento, o termo informa que o juíz que julga as causas, deve portar o atributo do mishpat, ou seja, da “justiça”, do “direito” e da “retidão”. O terceiro termo, sedeq, assinala o que é “justo”, “direito” ou “normal” como peso e medidas plenos de justiça. O Eterno é o Deus de Justiça (Is 30.18), é inconcebível o Eterno não agir segundo a sua Justiça e não exigir de sua criatura o exercício dos princípios dessa Justiça (Mt 5.6). Deus julga justamente (Sl 9.4) e os seus julgamentos são corretos e executados para o supremo bem da humanidade (Sl 119.75). Eis a Justiça de Deus!



A missão profética de Jeremias



Diante do conceito de Justiça, Jeremias é impelido por Deus a proclamar o juízo do Senhor em relação ao destino da nação hebreia, cuja face virou para o Eterno. A servidão a deuses, as injustiças sociais, as alianças indevidas, a inobservância do descanso da terra, foram fatores determinante para o exercício do juízo que o Senhor ordenou.

Na época dos reis Josias (640-609 a.C.); Jeoaquim (609-598 a.C.); Joaquim (598-597 a.C); Zedequias (597-586 a.C.); Judá foi dominada por Babilônia. É nesse contexto que a sentença de Deus foi anunciada, onde Jeremias recebeu a incumbência de Deus para desempenhar uma missão nada popular: conclamar todo Judá a submeter-se ao império babilônico como uma disciplina ordenada pelo Senhor. Os reis e o povo de Judá não aceitaram essa mensagem e na mesma medida rejeitaram a Deus em favor das divindades pagãs.



Lições Contemporâneas no livro de Jeremias



No contexto nacional da sociedade hebreia onde a majoritariedade dos “oráculos” que egocêntricos predominavam, não havia a permissão para qualquer comunicação pessimista da ação praticada por parte da nação judaica. Deve-se levar em conta que no contexto vivencial de Jeremias, a maioria dos profetas pronunciava profecias otimistas, de conquistas e independência, enquanto Jeremias - o profeta solitário - sustentava a verdade estabelecida por Deus, sobre o seu povo, nada popular.

Enquanto o profeta solitário proclama o juízo de Deus, os demais profetas proclamavam o sofismo triunfalista. Naturalmente o profeta Jeremias foi desacreditado pela elite judaica e rejeitado pelo sistema institucional da época. Seus algozes já tinham planejado o discurso triunfalista de conquista e domínio, mas mal sabiam eles que os seus destinos já estavam sacramentados, eles não voltariam atrás.

O livro do profeta Jeremias vai ao encontro de uma realidade presente hoje no contexto contemporâneo: a sedução triunfalista do povo. Essa sedução é tão enraizada, como nos dias de Jeremias, que não se cogita a possibilidade desses devaneios serem removidos do nosso seio. O povo de Deus deve atentar que o Altíssimo tem sempre um plano perfeito para executar, e nem sempre a forma de articulá-lo entre os seres humanos é bem vinda. O importante e o que é inegociável são a destreza de discernir o tempo presente e a confiança de está sob a soberania do Eterno custe o que custar. A sua graça é plenamente suficiente!



Referência Bibliográfica

RICHARDS, Lawrence O. Guia do Leitor da Bíblia. 1ª ed. Rio de Janeiro, CPAD, 2005.

Dicionário Bíblico Wycliffe. 1. ed. Rio de Janeiro, CPAD, 2006.

DAVER, Mark. A Mensagem do Antigo Testamento. Rio de Janeiro. 1ª ed. CPAD, 2008.