domingo, 28 de fevereiro de 2010

Páscoa - Qual o verdadeiro significado? coelhos, ovos ou com JESUS


Qual é a origem e significado da Páscoa? Como surgiu a idéia do coelho e ovos de chocolate? E por que na sexta-feira dizem que não se deve comer carne mas sim peixe?


A páscoa pode cair em qualquer domingo entre 22 de março e 25 de abril. Tem sido modernamente celebrada com ovos e coelhos de chocolate com muita alegria. O moderno ovo de páscoa apareceu por volta de 1828, quando a indústria de chocolate começou a desenvolver-se. Ovos gigantescos, super decorados, era a moda das décadas de 1920 e 1930. Porém, o maior ovo e o mais pesado que a história regista, ficou pronto no dia 9 de abril de 1992. É da Cidade de Vitória na Austrália. Tinha 7 metros e dez centímetros de altura e pesava 4 toneladas e 760 quilos. Mas o que é que tem a ver ovos e coelhos com a morte e ressurreição de Cristo?



A origem dos ovos e coelhos é antiga e cheia de lendas. Segundo alguns autores, os anglo-saxões teriam sido os primeiros a usar o coelho como símbolo da Páscoa. Outras fontes porém, o relacionam ao culto da fertilidade celebrado pelos babilônicos e depois transportado para o Egito. A partir do século VIII, foi introduzido nas festividades da páscoa um deus teuto-saxão, isto é, originário dos germanos e ingleses. Era um deus para representar a fertilidade e a luz. À figura do coelho juntou-se o ovo que é símbolo da própria vida. Embora aparentemente morto, o ovo contém uma vida que surge repentinamente; e este é o sentido para a Páscoa, após a morte, vem a ressurreição e a vida. A Igreja no século XVIII, adotou oficialmente o ovo como símbolo da ressurreição de Cristo. Assim foi santificado um uso originalmente pagão, e pilhas de ovos coloridos começaram a ser benzidos antes de sua distribuição aos fiéis.

Em 1215 na Alsácia, França, surgiu a lenda de que um dos coelhinhos da floresta foi o animal escolhido para levar um ninho cheio de ovos ao principezinho que esta doente. E ainda hoje se tem o hábito de presentear os amigos com ovos, na Páscoa. Não mais ovos de galinha, mas de chocolate. A idéia principal ressurreição, renovação da vida foi perdida de vista, mas os chocolates não, ele continuam sendo supostamente trazidos por um coelhinho...

O Peixe, foi símbolo adotado pelos primeiros cristãos. Em grego, a palavra peixe era um símbolo da confissão da fé, e significava: "Jesus Cristo, filho de Deus e Salvador." O costume de comer peixe na sexta-feira santa, está associado ao fato de Jesus ter repartido este alimento entre o povo faminto. Assim a tradição de não se comer carne com sangue derramado por Cristo em nosso favor.



Mas vejamos agora, qual é a verdadeira origem da Páscoa?

Não tem nada a ver com ovos nem coelhos. Sua origem remonta os tempos do Velho Testamento, por ocasião do êxodo do povo de Israel da terra do Egito. A Bíblia relata o acontecimento no capítulo 12 do livro do Êxodo. Faraó, o rei do Egito, não queria deixar o povo de Israel sair, então muitas pragas vieram sobre ele e seu povo. A décima praga porém, foi fatal : a matança dos primogênitos - o filho mais velho seria morto. Segundo as instruções Divinas, cada família hebréia, no dia 14 de Nisã, deveria sacrificar um cordeiro e espargir o seu sangue nos umbrais das portas de sua casa. Este era o sinal, para que o mensageiro de Deus, não atingisse esta casa com a décima praga. A carne do cordeiro, deveria ser comida juntamente com pão não fermentado e ervas amargas, preparando o povo para a saída do Egito. Segundo a narrativa Bíblica, à meia-noite todos os primogênitos egípcios, inclusive o primogênito do Faraó foram mortos. Então Faraó, permitiu que o povo de Israel fosse embora, com medo de que todos os egípcios fossem mortos.



Em comemoração a este livramento extraordinário, cada família hebréia deveria observar anualmente a festa da Páscoa, palavra hebraica que significa "passagem" "passar por cima". Esta festa, deveria lembrar não só a libertação da escravidão egípcia, mas também a libertação da escravidão do pecado, pois o sangue do cordeiro, apontava para o sacrifício de Cristo, o Cordeiro que tira o pecado do mundo.



A chamada páscoa cristã, foi estabelecida no Concílio de Nicéia, no ano de 325 de nossa era. Ao adotar a Páscoa como uma de suas festas, a Igreja Católica, inspirou-se primeiramente em motivos judaicos: a passagem pelo mar Vermelho, a viagem pelo deserto rumo a terra prometida, retirando a peregrinação ao Céu, o maná que exemplifica a Eucaristia, e muitos outros ritos, que aos poucos vão desaparecendo.



A maior parte das igreja evangélicas porém, comemora a morte e a ressurreição de Cristo através da Cerimônia da Santa Ceia. Na antiga Páscoa judaica, as famílias removiam de suas casas, todo o fermento e todo o pecado, antes da festa dos pães asmos. Da mesma forma, devem os cristãos confessar os seus pecados e deles arrepender-se, tirando o orgulho, a vaidade, inveja, rivalidades, ressentimentos, com a cerimônia do lava-pés, assim como Jesus fez com os discípulos. Jesus instituiu uma cerimônia memorial, a ceia, em substituição à comemoração festiva da páscoa. I Coríntios 11:24 a 26 relata o seguinte:

Jesus tomou o pão, "e tendo dado graças o partiu e disse: Isto é o meu corpo que á dado por vós; fazei isto em memória de mim. Por semelhante modo, depois de haver ceado, tomou o cálice, dizendo: Este cálice é a nova aliança no Meu sangue, fazei isto todas as vezes que o beberdes, em memória de mim. Porque todas as vezes que comerdes este pão e beberdes o cálice, anunciais a morte do senhor, até que ele venha."



Vários símbolos nesta ceia merecem nossa atenção. O ato de partir o pão, indicava os sofrimentos pelos quais Cristo havia de passar em nosso favor. Alguns pensam, que a expressão "isso é o meu corpo" signifique o pão e o vinho se transformassem realmente no corpo e no sangue de Cristo. Lembremo-nos portanto, que muitas vezes Cristo se referiu a si próprio dizendo "Eu Sou a porta" (João 10:7), "Eu sou o caminho" (João 14:6) e outros exemplos mais que a Bíblia apresenta. Isto esclarece, que o pão e o vinho não fermentado, são símbolos e representam o sacrifício de Cristo. Ao cristão participar da cerimônia da ceia, ele está proclamando ao mundo sua fé no sacrifício expiatório de Cristo e em sua segunda vinda. Jesus declarou: "Não beberei deste fruto da videira, até aquele dia em que o hei de beber convosco no reino de Meu Pai." ( Mateus 26:29)



Portanto, a cerimônia da Santa-Ceia, que Jesus instituiu, que veio a substituir a cerimônia da Páscoa, traz muitos significados:



1 - O Lava-Pés, significa a humilhação de Cristo. Mostra a necessidade de purificar a nossa vida. Não é a purificação dos pés, mas de todo o ser, todo o nosso coração. Reconciliação com deus, com o nosso próximo e conosco mesmo - união - não somos mais do que ninguém. O maior é aquele que serve...



2 - A Ceia significa a libertação do Pecado através do sacrifício de Cristo. Significa também estar em comunhão com ele. E sobretudo, é um antegozo dos salvos, pois Jesus disse: "Não beberei deste fruto da videira, até aquele dia em que o hei de beber convosco no reino do meu Pai. (Mateus 26:29)



Conclusão:

Advertindo a cada cristão, que tome cuidado com os costumes pagãos que tentam sempre driblar os princípios bíblicos. Não é de hoje, que se nota como os princípios bíblicos são alterados por costumes e filosofias humanas. Adoração a ídolos, a mudança do sábado para o domingo, o coelho e o chocolate, são apenas alguns exemplos das astúcias do inimigo. A Bíblia, e a Bíblia somente, deve ser única regra de nossa fé, para nos orientar, esclarecer e mostrar qual o caminho certo que nos leva a Deus e que nos apresenta os fundamentos de nossa esperança maior que é viver com Cristo e os remidos, num novo céu e numa nova terra. Devemos tomar cuidado com as crendices, tradições, fábulas, e mudanças humanas disfarçadas. Minha sugestão é examinar com oração, cuidado e com tempo as Sagradas Escrituras, para saber o que hoje é crendice ou tradição, estando atento, para saber o que realmente deus espera de cada um de nós.



Jesus foi claro "Fazei isto em memória de mim." Ele exemplificou tudo o que deve ser feito. E se queremos ser salvos, precisamos seguir o que Jesus ensina e não outras tradições ou ensinamentos. Mateus 15:9 adverte: "Em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos dos homens."



Equipe Novo Tempo

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

ESTAMOS NOS PREPARANDO PARA O 1° PRÉ-ENCONTRO COM OS ADOLECENTES DA IGREJA EVANGÉLICA ASSEMBLÉIA DE DEUS DO PARQUE DAS GARÇAS SÃO BERNARDO DO CAMPO


QUE DEUS POSSA ABENÇOAR O 1° DE MUITOS


 Santificai um jejum, convocai uma assembléia solene, congregai os anciãos, e todos os moradores desta terra, na casa do SENHOR vosso Deus, e clamai ao SENHOR.
                                                                                                                    Joel 1:14

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

CULTO DA CENTÉSIMA OVELHA

DOMINGO DIA 21 DE FEVEREIRO DE 2010 AS 18:00 HS NA IGREJA EVANGÉLICA ASSEMBLÉIA DE DEUS MINISTÉRIO DO BELÉM SETOR 29
NA CONGREGAÇÃO DO PARQUE DAS GARÇAS
NA RUA CISNE N° 133
EM FRENTE À SEDINHA DO BÁIRIO
AVERA O CULTO DA CENTÉSIMA OVLEHA.
DEUS TEM UMA PALAVRA PRA VOCÊ
Que vos parece? Se algum homem tiver cem ovelhas, e uma delas se desgarrar, não irá pelos montes, deixando as noventa e nove, em busca da que se desgarrou?
MATEUS 18:12

nova data da semana de oração

NOVA DATA

O primeiro cartaz divulgado aqui no blog

divulgava a data de 7 a 13 porém houve uma alteração.

A DATA CORRETA DA SEMANA NACIONAL DE ORAÇÃO 2010

É de 8 à 14 de Março

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

PORQUE NÃO DEVO GUARDAR O SABADO.

– O Sábado faz parte de um concerto ou pacto entre Deus e o povo israelita:




“Guardarão, pois, o sábado os filhos de Israel, celebrando-o nas suas gerações como pacto perpétuo. Entre mim e os filhos de Israel será ele um sinal para sempre; porque em seis dias fez o Senhor o céu e a terra, e ao sétimo dia descansou, e achou refrigério” (Ex.31:16).



“Lembra-te (povo hebreu) de que foste servo na terra do Egito, e que o Senhor teu Deus te tirou dali com mão forte e braço estendido; pelo que o Senhor teu Deus te ordenou que guardasses o dia do sábado” (Dt. 5:15, parênteses do autor).



• – Antes do concerto do Sinai Deus não ordenou a ninguém que guardasse o Sábado:



“E ao homem disse: Porquanto deste ouvidos à voz de tua mulher, e comeste da árvore de que te ordenei dizendo: Não comerás dela; maldita é a terra por tua causa; em fadiga comerás dela todos os dias da tua vida” (Gn.3:17); “Pois todos quantos são das obras da lei estão debaixo da maldição; porque escrito está: Maldito todo aquele que não permanece em todas as coisas que estão escritas no livro da lei, para fazê-las”Gl.3:10); “Guardais dias(no caso o Sábado), e meses, e tempos, e anos. Temo a vosso respeito não haja eu trabalhado em vão entre vós” (Gl.4:10-11, parêntesis nosso); “ concluímos pois que o homem é justificado pela fé sem as obras da lei” (Rm.3:28).



• – Jesus Cristo foi a última pessoa que teve obrigação de guardar a Lei e o Sábado:



“mas, vindo a plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido debaixo de lei, para resgatar os que estavam debaixo de lei, a fim de recebermos a adoção de filhos”(Gl.4:4-5; Rm. 10:4).



• – O Sábado faz parte da lei e esta foi por Cristo abolida totalmente:



“... e havendo riscado o escrito de dívida que havia contra nós nas suas ordenanças, o qual nos era contrário, removeu-o do meio de nós, cravando-o na cruz”(Cl.2:14); “mas o entendimento lhes ficou endurecido. Pois até o dia de hoje, à leitura do velho pacto (a Lei), permanece o mesmo véu, não lhes sendo revelado que em Cristo é ele (a Lei e tudo o que nela está incluído, no nosso caso o Sábado) abolido” (II Cor.3:14). { Grifo do autor}.



Os adventistas, para imporem a obrigatoriedade da guarda do Sábado, se valem de argumentos infundados estabelecendo uma distinção entre a Lei Moral e Lei Cerimonial, Lei de Deus e Lei de Moisés, dizendo que a Lei Moral ou lei de Deus se restringe aos 10 mandamentos e continuará para sempre, e que a Lei de Moisés ou Lei cerimonial abrange o Pentateuco escrito por Moisés e foi abolida. Essa distinção é imprópria e inescriturística.



Vejamos:



- “E chegado o sétimo mês, e estando os filhos de Israel nas suas cidades, todo o povo se ajuntou como um só homem, na praça, diante da porta das águas; e disseram a Esdras, o escriba, que trouxesse o Livro da Lei de Moisés” (Ne.8:1). Observe a expressão “o livro da Lei de Moisés”. Este mesmo livro, denominado de “Lei de Moisés” é, a seguir, assim chamado: “E leram no livro, na Lei de Deus; e declarando e explicando o sentido, faziam que, lendo, se entendesse”; “E acharam escrito na Lei que o Senhor ordenará, pelo ministério de Moisés, ...”(Ne.8:8; 8:14)



- “Pois Moisés disse: Honra a teu pai e a tua mãe; e: Quem maldisser ao pai ou à mãe, certamente morrerá”(Mc.7:10). Ora, nós sabemos pôr Êx. 20:12 que se trata do quinto mandamento, e, no entanto se diz que “Moisés disse”.



- “Não vos deu Moisés a lei? No entanto nenhum de vós cumpre a lei. Por que procurais matar-me?” (Jo. 7:19). Onde a Lei proíbe o homicídio? Em Êx. 20:13, dentro dos dez mandamentos. O decálogo é chamado por Jesus de Lei de Moisés.



O apóstolo Paulo chama o decálogo de Lei; “... pois não teria eu conhecido a cobiça, se a lei não dissera” (Rm.7:7). Para o apóstolo Lei mosaica e decálogo eram a mesma coisa.



Essa divisão da lei em duas é artificial, sem qualquer apoio bíblico, mas fundamental para impor a guarda do Sábado na doutrina Adventista.





• – Estamos em um novo concerto muito melhor, fazendo-se necessário à mudança da Lei:



“Mas agora alcançou ele (Jesus) ministério tanto mais excelente quanto é mediador de um melhor pacto (aliança ou concerto), o qual está firmado sobre melhores promessas” (Hb. 8:6). {Grifo meu}



Faz-se, aqui, necessário uma explicação sobre o nosso novo concerto e a mudança da Lei. Foi o próprio Cristo que instituiu a nova aliança (Mt.26:28) trazendo assim uma nova concepção da vida espiritual que Deus quer que tenhamos. Isso foi tão profundo que os judeus não entenderam e nem aceitaram. A lei dizia: “olho por olho, e dente por dente”. Jesus disse: “não resistais ao mal; mas se qualquer te bater na face direita, oferece-lhe também a outra” (Mt.5:38-39). A mudança que foi feita não exclui nem um til da lei (Mt.5:18), mas uma concepção mais profunda da mesma. Isso nem os Judeus e muito menos os Adventistas entendem. Quanto ao Sábado, a Lei dizia que deveria ser guardado e santificado (Ex.20:8), mas no novo pacto isso muda e o que tem que ser guardado e santificado é o povo de Deus, não só em um dia da semana, mas nos sete. Isso é pelo fato do Sábado ser feito para o homem e não o homem para ser escravo do Sábado (Mc.2:27-28). Todos os dias para os cristãos têm que ser santo e especial, pois em qualquer um desses dias Jesus pode voltar (Mc.13:32). A nova concepção do Sábado é muito mais profunda do que qualquer sabatista possa querer explicar, pois muitas são as mudanças na visão dessa lei da guarda do Sábado. Em Hebreus (capítulo 4) Jesus é o próprio Sábado e é claro que o Senhor reina em todos os dias. Para a Igreja o Sábado, que era o dia da santificação, tornou-se todos os dias. É uma pena que os Adventistas e sabatistas consagrem apenas um dia para o Senhor, pois A IGREJA DE CRISTO CONSAGRA TODOS OS DIAS PARA O SEU SENHOR.



Explica o seguinte o Dr. G. Archer sobre essa problemática: “...a verdadeira questão é se a ordem sobre o sétimo dia, o Sábado do Senhor, foi transferida (Hb.7:12), no NT, para o primeiro dia da semana, o Domingo, que a igreja em geral honra como o dia do Senhor. De fato, ele é também conhecido como Sábado cristão. O âmago ou cerne da pregação apostólica ao mundo gentio e judaico, a partir do pentecostes era a ressurreição de Jesus (At.2:32). O ressurgimento de Cristo era a comprovação de Deus, perante o mundo, de que o salvador da humanidade havia pago o preço válido e suficiente pelos pecadores e havia superado a maldição da morte. O sacrifício expiatório eficaz de Jesus e sua vitória sobre a maldição da morte introduziu uma nova época ou dispensação da Igreja (Ef.1:10). Assim como a ceia do Senhor(I Cor.11:23-34) substituiu a Páscoa (Mt.26:17-30; Lc.22:7-23), na antiga aliança – “Porque isto é o meu sangue, o sangue do Novo Testamento (novo concerto, pacto, aliança)”. A morte de Cristo substituiu o sacrifício de animais no altar (Jo.19:30, Cf. Lv.), o sacerdócio arônico (Êx.28) foi substituído pelo sacerdócio supremo de Jesus “segundo a ordem de Melquisedeque”(Hb.7) e fez com que cada crente se torna-se um sacerdote (Ap.1:5). Também o quarto mandamento, dentre os dez, que pelo menos em parte tinha natureza cerimonial (Cl.2:16-17), deveria ser substituído por outro símbolo, mais apropriado à nova dispensação - O DOMINGO “Dia do Senhor”. (Enciclopédia de Dificuldades Bíblicas, pág. 125)



• – No novo concerto, sob qual estamos (Hb. 8:6), não existe mandamento para guardar o Sábado embora encontremos todos os outros do decálogo.



Leiamos:



“Perguntou-lhe ele: Quais? Respondeu Jesus: Não matarás; não adulterarás; não furtarás; não dirás falso testemunho; honra a teu pai e a tua mãe; e amarás o teu próximo como a ti mesmo. Disse-lhe o jovem: Tudo isso tenho guardado; que me falta ainda? Disse-lhe Jesus: Se quereres ser perfeito, vai, vende tudo o que tens e dá-o aos pobres, e terás um tesouro no céu; e vem, segue-me. Mas o jovem, ouvindo essa palavra, retirou-se triste; porque possuía muitos bens” (Mt.19:18-22).



É evidente que, na opinião dos sabatistas, uma das mais importantes doutrinas é a da guarda do Sábado. Se realmente fosse tão importante a guarda sabática, então seguramente teria de haver menção do mandamento no Novo Testamento. Entretanto, todos os outros mandamentos do decálogo são repetidos muitas vezes, porém o fato é que não encontramos o mandamento sobre o Sábado no Novo Testamento nem sequer uma vez. No caso do jovem rico, Jesus enumerou a maioria dos mandamentos, mas deixou de fora o mandamento sobre o sétimo dia. O grande questionamento seria o porquê o Novo Testamento, que cita todos os demais mandamentos do decálogo, não explicita a questão da guarda sabática.



• – O apóstolo Paulo era apóstolo dos gentios, mas nunca ensinou ninguém a ficar guardando dias. Muito pelo contrário, ele afirmou que se alguém ficar guardando dias o evangelho da graça é inútil para essa pessoa:



“Guardais dias (no caso o Sábado), e meses, e tempos, e anos. Temo a vosso respeito não haja eu trabalhado em vão entre vós... Separados estais de Cristo, vós os que vos justificais pela lei; da graça decaístes”. (Gl.4:10-11; 5:4). {Grifo meu)



• - Os sabatistas condenam quem não guarda o Sábado e afirmam que esta pessoa não será salva.



“Foi-me mostrada então uma multidão que ululava em agonia. Em suas vestes estava escrito em grandes letras: Pesado foste na balança, e foste achado em falta. Perguntei (ao anjo) quem era aquela multidão. O Anjo disse: Estes são os que já guardaram o sábado e o abandonaram. Vi que eles haviam ... enlameado o resto com os pés – pisando o sábado a pés; e por isso foram pesados na balança e achados em falta.” (Primeiros Escritos, pág.37)



• O apóstolo Paulo da uma dura repreensão para estas pessoas que condenam os seus irmãos:



“Quem és tu, que julgas o servo alheio? Para seu próprio senhor ele está em pé ou cai; mas estará firme, porque poderoso é o Senhor para o firmar. Um faz diferença entre dia e dia, mas outro julga iguais todos os dias. Cada um esteja inteiramente convicto em sua própria mente” (Rm.14:4-5).

“Portanto não nos julguemos mais uns aos outros; antes o seja o vosso propósito não pôr tropeço ou escândalo ao vosso irmão” (Rm.14:13).



Sabemos de dezenas de histórias de pessoas que ficaram endividadas e chegaram até a passar necessidades e sabe porquê? Os sabatistas proibiram o irmão de trabalhar naquela determinada firma, pois lá se trabalhava aos sábados. É impressionante como uma doutrina chega a ser extremista e a prejudicar a comunidade.



Ainda bem que existe as verdadeiras Igrejas de Cristo para ensinar a verdade para as pessoas. A verdade é libertadora (Jo. 8:32) e não opressora como esta doutrina. As pessoas procuram as igrejas para tirarem o fardo pesado das costas (Mt. 11:28-30) e muitas vezes ao chegarem lá os seus fardos não se aliviam e sim ficam mais pesados. É o coso de quem se achega à igreja Adventista, pois quem não guarda o Sábado está fora da comunhão e doutrina da igreja. Os líderes condenam veementes os que ali no meio não cumprem a guarda deste dia. Isso é muito triste!



Explicando Colossenses 2:16



“Ninguém, pois, vos julgue pelo comer, ou pelo beber, ou por causa de dias de festa, ou de lua nova, ou de sábados, que são sombras das coisas vindouras; mas o corpo é de Cristo” (Cl.2:16-17).



Para fugir à evidência de Cl.2:16-17, onde Paulo se refere ao Sábado semanal como integrante das coisas passageiras da Lei que terminaram com a morte de Cristo na cruz, os adventistas costumam argumentar que a palavra “Sábado” não se refere ao sábado semanal, mas aos anuais ou cerimoniais de Lv.23. O que não é verdade, pois os sábados anuais ou cerimoniais já estão incluídos na expressão “dias de festa”. Esta indicação mostra positivamente que a palavra SABBATON, como é usada em Cl.2:16, não pode se referir aos sábados festivos, anuais ou cerimoniais. Sendo assim é difícil para os Adventistas sustentar a sua doutrina sabática, desde que temos visto que o Sábado pode legitimamente ser tido como “sombra” ou símbolo preparatório de bênçãos espirituais e não dogmas legalistas (vrs. 17).


Autor : Prof. João Flávio Martinez

sábado, 13 de fevereiro de 2010

7° PRE-ENCONTRO DOS VARÕES FILHOS DO TROVÃO ENCERRAMENTO DOMINGO DIA 14/02

PARABÉNS A TODOS O IRMÃOS QUE FAZEM PARTE DO CRUPO DE
VARÕES
FILHOS DO TROVÃO

POR ESTA FEZTA TÃO LINDA ONDE PODEMOS SENTIR A PRESENÇA DE NOSSO
DEUS
















Obrigado Senhor por mais uma oportunidade sedida que possamos no proximo ano nos reunir no memos pensamento de fazer sempre o melhor pra Te. 


7° PRÉ-ENCONTO COM OS VARÃES FILHOS DO TROVÃO DO PARQUE ALVARENGA S.B.C

TEMA :
E outro anjo saiu do templo, clamando com grande voz ao que estava assentado sobre a nuvem: Lança a tua foice, e sega; a hora de segar te é vinda, porque já a seara da terra está madura.
(Apocalipse 14:15)

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

OS FALSOS PROFETAS




O surgimento de falsos profetas é uma profecia bíblica principalmente para os últimos dias, uma grande parte dos evangélicos se tornará apostata , a fidelidade á palavra de Deus , a santidade bíblica serão abandonadas por muitas igrejas. Muitos terão “novas revelações” mesmo que elas conflitem com a palavra de Deus, e muitos farão oposição á verdade bíblica dentro de muitas igrejas ( lTm. 4;1 llTm. 4;3 Jd. 3,4,), muitos pastores que pregam um evangelho misto terão posições privilegiadas na mídia, nas denominações , nas escolas de teologia (Mt. 7;22), muitos dentro da igreja de Cristo serão enganados ( 2Tm. 4;3 Gl. 1;9 2Pe 3;3,4 ). A nossa fé deve estar fundamentada na palavra de Deus, para não sermos levados por qualquer vento de doutrina.



A influencia de demônios se multiplicará , e muitos praticarão em todo o mundo o ocultismo, astrologia, feitiçaria, espiritismo, satanismo (l Tm. 4;1),



Para não ser enganado cada crente deverá crescer em fé e amor para com Cristo, e ter como autoridade absoluta a palavra de Deus ( lTm. 4;16). O evangelho liberal de muitos pastores terá grande apoio em muitas igrejas, um evangelho sem santidade, um evangelho em que tudo pode e de caminho largo, muitos se desviarão da verdade.



Aparecerão nas igrejas pastores grandemente usados por Deus realizando grandes milagres em nome de Jesus e pregarão o evangelho de modo eficaz mas se afastarão alguns da fé dando ouvidos a espíritos enganadores que são demônios, e começarão a pregar falsas doutrinas dentro das igrejas, muitos crentes se desviarão da fé deixando de amar a verdade (2Ts 2;10), e de resistir as tendências pecaminosas dos últimos dias (2Ts 2;3 Mt. 24;5.10,12). A bíblia diz que homens de grande unção e espiritualidade podem enganar-se e enganar os outros com sua mistura de verdade e falsidade ( 2 Tm 3;5 4;3 2 Co 11;13).



Os falsos mestres imitam o verdadeiro ministro de Cristo e colocam em suas pregações toda aparência de piedade, parecem humildes e amorosos e falam em perdão, paz, felicidade e até em salvação e outras coisas, mas vivem sob a influencia de satanás, o evangelho deles é geralmente segundo o raciocínio humano e não uma interpretação verdadeira do Espírito Santo (Gl. 1;6,7 lPe 2;1-3), suas mensagens não são segundo a doutrina bíblica. (lJo 4;1). Os crentes não devem se deixar levar pelo carisma deles, nem por sua eloqüência, milagres, ou mensagem popular.



Vejamos alguns passos para avaliar os falsos profetas;



1- Discernir o caráter da pessoa, se ele tem uma vida de oração, manifesta uma devoção pura e sincera para com Deus? Tem o fruto do Espírito Santo em sua vida? Ama os pecadores? Detesta o pecado e ama a justiça? (Hb. 1;9), fala contra o pecado? ( Lc. 3;18-20).



2- O líder Cristão procurará fazer quatro coisas, (1) honra a Cristo (2Co. 8;23), (2) conduzir a igreja a santificação (1Co. 6;18), (3) ir em busca das almas perdidas (1Co. 9;19-22), (4) proclamar e defender o evangelho (Fl. 1;16),



3- O fruto dos falsos mestre é seguidores que não obedecem toda a palavra de Deus ou seja vivem com um evangelho misto (Mt. 7;16),



4- Devemos discernir até que ponto o pregador se baseia nas escrituras sagradas, este é um ponto fundamental, caso contrario não vem de Deus e a igreja de Cristo deve rejeitar tal mensagem, acautelai-vos.











CLEITON BRAGA

sábado, 6 de fevereiro de 2010

PREDESTINAÇÃO OU LIVRE ARBITRIO


Deus em sua soberana graça, oferece graciosamente a salvação ao homem e dár-lhe a oportunidade de exercer seu livre arbítrio para decidir aceitar tal salvação, ou recusá-la por sua própria vontade. Sabemos que a palavra livre arbítrio significa "capacidade de escolha, decidir entre uma coisa e outra" e assim, determina que o poder da escolha está com o homem, e que Deus não interfere nisto.




Desde sua criação o homem recebeu a capacidade de escolha, infelizmente por ter usado seu livre arbítrio de forma errada e contra Deus, Adão e Eva pecaram, e através dos mesmos, o pecado entrou na humanidade. Sempre que o assunto é livre arbítrio e predestinação, grandes debates, discussões e diferentes argumentos surgem, muitos tem suas opiniões formadas ou abalizada em grandes teológos e pensadores como Calvino ou Armínio dentre outros (falo de basear uma posturas em homens e não nas Escrituras Sagradas com prioridade) sobre diversos assuntos, deixando de lado o que aBíblia fala com tanta clareza sobre os temas em apreço.



A palavra predestinação procede do grego "proorizo" , essa palavra aparece cerca de seis vezes no Novo Testamento, em (I Co.2.7) a palavra é traduzida como "ordenou antes", em (At. 4.28) aparece como "anteriormente determinado" , e quatro vezes aparece como "predestinar", (Rm. 8.29-30; Ef. 1.5,11). Se colocarmos em conjunto, O termo significa "destinar por antecipação", e segundo a Bíblia o que é determinado por antecipação quer dizer:



1. O meio pelo qual deveríamos ser salvos: Em (Ef. 1.5) a Bíblia diz: "nos predestinou para sermos filhos de adoção por Jesus Cristo" Nisto entendemos que desde a eternidade Jesus foi entregue em sacrifício por nós, desde a fundação do mundo, (Ap. 13.8; I Pe. 1.20).



2. Predestinados para sermos filhos de adoção: De acordo com os textos originais, Deus predestinou que os pecadores fossem por Jesus, feitos filhos de adoção, nisto está provado que a predestinação existe para que os que esperam em Jesus Cristo como autor e consumador de sua fé, conforme vemos em (Cl. 1.23).



3. Predestinados para sermos conforme a imagem de Deus: (Rm. 8.29). A predestinação genuínamente Bíblica, resume-se nestes três tópicos, estes são os posicionamentos mais aceitos por teológos e Cristãos protestantes. Mas ainda sim muitos aceitam a predestinação fatalista, que básicamente considera apenas a soberania de Deus e não sua graça. Em toda Bíblia vemos que Deus deseja que o homem seja salvo e não apenas os predestinados (I Tm. 2.4; Jo. 3.16).

Em hipótese alguma Deus predestinaria alguém ao inferno, o conhecido argumento "uma vez salvo, salvo para sempre" não passa de um erro teológico e de uma má interpretação Bíblica.



A predestinação fatalista é contrária a natureza divina, pois sabemos que da mesma forma que Deus é Amor ele também é Justiça. Se nós estamos já predestinados, uns para salvação outros para a condenação eterna, então não existirá mais o livre arbítrio e as escolhas, desta forma não iremos refletir a imagem de Deus neste mundo. Devemos a cada dia cuidar de nossa salvação, os tempos são difíceis e muitos atrativos tentam desestruturar nossa fé. Apenas crendo nos planos do Senhor estaremos seguros contra os falsos ensinamentos, e desta forma, sempre buscando mais e mais à Deus para que nos ajude a guardar nossa firme esperança em Cristo Jesus.



No amor de Cristo,

Matias Borba!

Postado por Matias Borba

Revista Geração JC

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*

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sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

leitura biblíca (medite)

Como o Pai me amou, também eu vos amei a vós; permanecei no meu amor.
(João 15:9)

 






 E disse-lhes: Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura.
(Marcos 16:15)
 
 
você teria coragen de ir ao campo missionário

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

1.467 novos membros no Primeiro Batismo de dois mil e dez








Um só SENHOR, uma só fé, um só batismo; (Efésios 4:5)


Igreja Evangelica Assembléia de Deus Ministerio do Belém  

MAIS UMA VEZ A CIDADE DE SÃO BERNARDO DO CAMPO VIRA UMA PISCINA, É, MAIS ESTÁ PROIBIDO TOMAR BANHO

São Bernardo do Campo SP


É infelismente a situação é esta tudo parado.
Hoje por volta das 17:30hs a cidade de São Bernardo do Campo
parou desta vez não foi o trânsito
mais sim a chuva, muita chuva mesmo realmente tudo parou
só quem estavala para ver pessoas,
sem contar nos onibus que parou tudo motivo muito alagamento






Avenida Faria lima (Foto: Francisco de Assis Fernandes Junior/VC no G1)

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

SEMANA UMADESB

grande ensaio para o congresso de adolecentes na
Igreja evangelia Assembléia de Deus
ministerio do Belém
setor 29
UMADESB
Já posso contempla a Gloria de DEUS ali naquele lugar
dias 29/01
30/01
31/01 na praça Lauro Gomes as 14:00hs
Você é nosso convidado para estar la adorando a DEUS
 -

 E o mesmo Deus de paz vos santifique em tudo;
e todo o vosso espírito, e alma, e corpo,
sejam plenamente conservados irrepreensíveis
para a vinda de nosso
SENHOR JESUS CRISTO.
(I Tessalonicenses 5:23)

PESSOAS MORREM SOTERRADAS EM SÃO PAULO


Três pessoas da mesma família morrem soterradas


A chuva voltou a deixar vítimas no Estado de São Paulo. Três pessoas de uma mesma família morreram soterradas em meio aos escombros da casa onde moravam, atingida pelo deslizamento de terra de uma encosta em Francisco Morato, na Grande São Paulo, na noite desta quinta-feira, 28. Com elas, sobe para 69 o número de mortes em decorrência das chuvas no Estado desde o último dia 1º de dezembro.





Os corpos das vítimas - identificadas, por enquanto, apenas como o casal Vagner e Iara e a filha adotiva Amanda, de 14 anos - foram resgatados pelos bombeiros por volta das 4h30 desta sexta-feira, 29. O deslizamento havia acontecido cerca de oito horas antes. Eles moravam em uma casa de fundos na Avenida Hortência Escobar Nunes, no Jardim Aparecida. Na residência da frente morava um outro filho do casal, com a esposa e duas crianças, de 4 e 6 anos. Os dois imóveis ficaram destruídos.





A família moradora da casa da frente ficou parcialmente soterrada. O homem conseguiu livrar-se dos escombros e retirar a mulher e os filhos do local, com a ajuda de vizinhos. Todos foram levados à Santa Casa da cidade. Apenas o homem sofreu ferimentos nos braços e nas pernas. Todos já tiveram alta e passam bem.





Assim que aconteceu o acidente, moradores das imediações se reuniram com pás e enxadas e começaram a cavar na tentativa de resgatar os corpos. "Foram entre 40 e 50 pessoas que passaram três horas e meia cavando. Os bombeiros chegaram mais de duas horas depois do acidente. Só paramos (de cavar) um pouco mais tarde, quando eles mandaram", relatou o motorista Ademar Silva Santos, de 49 anos.





Santos, que é bastante conhecido no Jardim Aparecida, foi avisado por vizinhos do deslizamento. Ele conta que, ao chegar ao local, ainda conseguiu ouvir gritos de Valter, que já estava soterrado. "Primeiro ele gritou: 'Amanda, Amanda' e depois gritou 'socorro'. Daí já não ouvimos mais nada".





Conforme Santos, a família toda havia se mudado para as duas residências no último sábado, 23. "Eles já moravam em uma casa própria, aqui no bairro, mas de um outro lado, perto do Parque 120. Então eles compraram essa casa aqui, que é mais barato, e alugaram aquela onde moravam antes", explicou.





Equipes do Corpo de Bombeiros de Guarulhos, São Paulo e Franco da Rocha trabalharam no resgate das vítimas. Cães farejadores também foram usados nas buscas pelos corpos.





Parte da Avenida Caetano de Ernesto Mezotero, que passa rente à parte de cima do barranco, também desabou. A via faz parte do itinerário do ônibus da Viação Moratense, linha Represa-Parque Santana. A via terá de ser interditada.





Prefeito é vaiado - O prefeito de Francisco Morato, José Aparecido Bressane (PT), foi recebido com hostilidade pelos moradores do Jardim Aparecida. Ele permaneceu no local por cerca de meia hora durante a madrugada, para acompanhar os trabalhos de resgate das vítimas, feitos pelo Corpo de Bombeiros. Os moradores vaiaram Bressane e cobraram providências para os locais afetados pelas chuvas.





"Temos dificuldade porque toda a cidade está nessa situação", disse o prefeito. Segundo informações do Corpo de Bombeiros, no último mês foram atendidas mais de 200 ocorrências diversas em Francisco Morato em decorrência das chuvas. A corporação agora trabalha em um mapeamento das áreas de risco.





Durante a madrugada, outros dois deslizamentos atingiram a cidade: na Rua Paraná, no Parque 120 e na viela 2, na Rua Margarida, Jardim Rosa. Este último deixou uma pessoa ferida. Willian Silva de Oliveira morava em uma casa construída na encosta de um morro. Ele foi levado, consciente, à Santa Casa da cidade, com um ferimento na cabeça. Ainda de madrugada, Oliveira deveria passar por uma tomografia para avaliar a extensão das possíveis lesões.





Corpo de criança é encontrado na zona sul





Os bombeiros encontraram às 21h30 desta quinta-feira, 28, o corpo do estudante Carlos Gabriel Ferreira do Rosário, de 11 anos, que desapareceu horas antes, durante a chuva da tarde no Jardim Capelinha, zona sul de São Paulo. Ele foi localizado em uma usina de tratamento de esgoto do bairro de Pedreira, na Avenida Nossa Senhora do Sabará, altura do 5.300, na Vila Emir. A mãe do menino foi chamada e reconheceu o corpo, que foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) à 1h05 desta sexta-feira.





Há duas versões para o sumiço do estudante. Uma, contada por moradores, é de que ele teria escorregado e caído ao molhar o pé no córrego que corta a favela do bairro, e então foi arrastado pela força das águas. Outra, relatada pelos amigos com quem ele brincava, é de que Gabriel estava próximo de um bueiro destampado e acabou caindo na galeria de águas pluviais.





O corpo da 65ª vítima das chuvas, o lavrador José Milton do Carmo, de 34 anos, foi encontrado em Cunha, interior paulista. Ele morreu ao ser arrastado pela correnteza de um riacho do bairro da Gabiroba, quando tentava atravessá-lo de moto. O acidente teria acontecido por volta das 22 horas da última terça-feira.





Interior





As equipes de resgate do Corpo de Bombeiros retomaram na manhã de quinta-feira, 28, as buscas a dois homens que desapareceram durante os temporais da tarde de terça-feira em Alumínio e em São Roque, no interior de São Paulo. Em São Roque, as buscas se concentravam no Córrego Araçari, onde um homem que sofre de deficiência mental teria caído durante a chuva. O córrego havia transbordado e, segundo testemunhas, o homem caminhou em direção à correnteza. Em Alumínio, os bombeiros procuravam o corpo de Adauto Vaz, de 35 anos. Ele teria tentado passar um trecho alagado com sua bicicleta e acabou caindo no Córrego Varjão

Por Daniela do Canto e Ricardo Valota, Agencia Estado, Atualizado: 29/1/2010 6:27
 
 
por msn noticias

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Teses de Martinho Lutero homen de DEUS

95 Teses de Lutero


Debate para o esclarecimento do valor das indulgências



Por amor à verdade e no empenho de elucidá-la, discutir-se-á o seguinte em Wittenberg, sob a presidência do reverendo padre Martinho Lutero, mestre de Artes e de Santa Teologia e professor catedrático desta última, naquela localidade. Por esta razão, ele solicita que os que não puderem estar presentes e debater conosco oralmente o façam por escrito, mesmo que ausentes. Em nome do nosso Senhor Jesus Cristo. Amém

Martinho Lutero
Lutero e a Reforma
Martinho Lutero

foi o responsável

pelo início da

Reforma.
1. Ao dizer: "Fazei penitência", etc. [Mt 4.17], o nosso Senhor e
Mestre Jesus Cristo quis que toda a vida dos fiéis fosse penitência.

2. Esta penitência não pode ser entendida como penitência sacramental (isto é, da confissão e satisfação celebrada pelo
ministério dos sacerdotes).
3. No entanto, ela não se refere apenas a uma penitência interior;

sim, a penitência interior seria nula, se, externamente, não

produzisse toda sorte de mortificação da carne.

4. Por conseqüência, a pena perdura enquanto persiste o ódio de

si mesmo (isto é a verdadeira penitência interior), ou seja, até a entrada do reino dos céus.

5. O papa não quer nem pode dispensar de quaisquer penas senão daquelas que impôs por decisão própria ou dos cânones.

6. O papa não pode remitir culpa alguma senão declarando e confirmando que ela foi perdoada por Deus, ou, sem dúvida, remitindo-a nos casos reservados para si; se estes forem desprezados, a culpa permanecerá por inteiro.

7. Deus não perdoa a culpa de qualquer pessoa sem, ao mesmo tempo, sujeitá-la, em tudo humilhada, ao sacerdote, seu vigário.

8. Os cânones penitenciais são impostos apenas aos vivos; segundo os mesmos cânones, nada deve ser imposto aos moribundos.

9. Por isso, o Espírito Santo nos beneficia através do papa quando este, em seus decretos, sempre exclui a circunstância da morte e da necessidade.

10. Agem mal e sem conhecimento de causa aqueles sacerdotes que reservam aos moribundos penitências canônicas para o purgatório.

11. Essa erva daninha de transformar a pena canônica em pena do purgatório parece ter sido semeada enquanto os bispos certamente dormiam.

12. Antigamente se impunham as penas canônicas não depois, mas antes da absolvição, como verificação da verdadeira contrição.

13. Através da morte, os moribundos pagam tudo e já estão mortos para as leis canônicas, tendo, por direito, isenção das mesmas.

14. Saúde ou amor imperfeito no moribundo necessariamente traz consigo grande temor, e tanto mais, quanto menor for o amor.

15. Este temor e horror por si sós já bastam (para não falar de outras coisas) para produzir a pena do purgatório, uma vez que estão próximos do horror do desespero.

16. Inferno, purgatório e céu parecem diferir da mesma forma que o desespero, o semidesespero e a segurança.

17. Parece desnecessário, para as almas no purgatório, que o horror diminua na medida em que cresce o amor.

18. Parece não ter sido provado, nem por meio de argumentos racionais nem da Escritura, que elas se encontram fora do estado de mérito ou de crescimento no amor.

19. Também parece não ter sido provado que as almas no purgatório estejam certas de sua bem-aventurança, ao menos não todas,

mesmo que nós, de nossa parte, tenhamos plena certeza.

20. Portanto, sob remissão plena de todas as penas, o papa não entende simplesmente todas, mas somente aquelas que ele mesmo impôs.

21. Erram, portanto, os pregadores de indulgências que afirmam

que a pessoa é absolvida de toda pena e salva pelas indulgências

do papa.


22. Com efeito, ele não dispensa as almas no purgatório de uma

única pena que, segundo os cânones, elas deveriam ter pago nesta vida.

23. Se é que se pode dar algum perdão de todas as penas a

alguém, ele, certamente, só é dado aos mais perfeitos, isto é, pouquíssimos.

24. Por isso, a maior parte do povo está sendo necessariamente ludibriada por essa magnífica e indistinta promessa de absolvição da pena.

25. O mesmo poder que o papa tem sobre o purgatório de modo geral, qualquer bispo e cura tem em sua diocese e paróquia em particular.



26. O papa faz muito bem ao dar remissão às almas não pelo poder das chaves (que ele não tem), mas por meio de intercessão.

27. Pregam doutrina humana os que dizem que, tão logo tilintar a moeda lançada na caixa, a alma sairá voando [do purgatório para o céu].

28. Certo é que, ao tilintar a moeda na caixa, podem aumentar o lucro e a cobiça; a intercessão da Igreja, porém, depende apenas da vontade de Deus.

29. E quem é que sabe se todas as almas no purgatório querem ser resgatadas? Dizem que este não foi o caso com S. Severino e S. Pascoal.

30. Ninguém tem certeza da veracidade de sua contrição, muito menos de haver conseguido plena remissão.

31. Tão raro como quem é penitente de verdade é quem adquire autenticamente as indulgências, ou seja, é raríssimo.

32. Serão condenados em eternidade, juntamente com seus mestres, aqueles que se julgam seguros de sua salvação através de carta de indulgência.

33. Deve-se ter muita cautela com aqueles que dizem serem as indulgências do papa aquela inestimável dádiva de Deus através da qual a pessoa é reconciliada com Deus.

34. Pois aquelas graças das indulgências se referem somente às penas de satisfação sacramental, determinadas por seres humanos.

35. Não pregam cristãmente os que ensinam não ser necessária a contrição àqueles que querem resgatar ou adquirir breves confessionais.

36. Qualquer cristão verdadeiramente arrependido tem direito à remissão pela de pena e culpa, mesmo sem carta de indulgência.

37. Qualquer cristão verdadeiro, seja vivo, seja morto, tem participação em todos os bens de Cristo e da Igreja, por dádiva de Deus, mesmo sem carta de indulgência.

38. Mesmo assim, a remissão e participação do papa de forma alguma devem ser desprezadas, porque (como disse) constituem declaração do perdão divino.

39. Até mesmo para os mais doutos teólogos é dificílimo exaltar perante o povo ao mesmo tempo, a liberdade das indulgências e a verdadeira contrição.

40. A verdadeira contrição procura e ama as penas, ao passo que a abundância das indulgências as afrouxa e faz odiá-las, pelo menos dando ocasião para tanto.

41. Deve-se pregar com muita cautela sobre as indulgências apostólicas, para que o povo não as julgue erroneamente como preferíveis às demais boas obras do amor.

42. Deve-se ensinar aos cristãos que não é pensamento do papa que a compra de indulgências possa, de alguma forma, ser comparada com as obras de misericórdia.

43. Deve-se ensinar aos cristãos que, dando ao pobre ou emprestando ao necessitado, procedem melhor do que se comprassem indulgências.

44. Ocorre que através da obra de amor cresce o amor e a pessoa se torna melhor, ao passo que com as indulgências ela não se torna melhor, mas apenas mais livre da pena.

45. Deve-se ensinar aos cristãos que quem vê um carente e o negligencia para gastar com indulgências obtém para si não as indulgências do papa, mas a ira de Deus.

46. Deve-se ensinar aos cristãos que, se não tiverem bens em abundância, devem conservar o que é necessário para sua casa e de forma alguma desperdiçar dinheiro com indulgência.

47. Deve-se ensinar aos cristãos que a compra de indulgências é livre e não constitui obrigação.

48. Deve-se ensinar aos cristãos que, ao conceder indulgências, o papa, assim como mais necessita, da mesma forma mais deseja uma oração devota a seu favor do que o dinheiro que se está pronto a pagar.

49. Deve-se ensinar aos cristãos que as indulgências do papa são úteis se não depositam sua confiança nelas, porém, extremamente prejudiciais se perdem o temor de Deus por causa delas.

50. Deve-se ensinar aos cristãos que, se o papa soubesse das exações dos pregadores de indulgências, preferiria reduzir a cinzas a Basílica de S. Pedro a edificá-la com a pele, a carne e os ossos de suas ovelhas.

51. Deve-se ensinar aos cristãos que o papa estaria disposto - como é seu dever - a dar do seu dinheiro àqueles muitos de quem alguns pregadores de indulgências extraem ardilosamente o dinheiro, mesmo que para isto fosse necessário vender a Basílica de S. Pedro.

52. Vã é a confiança na salvação por meio de cartas de indulgências, mesmo que o comissário ou até mesmo o próprio papa desse sua alma como garantia pelas mesmas.

53. São inimigos de Cristo e do papa aqueles que, por causa da pregação de indulgências, fazem calar por inteiro a palavra de Deus nas demais igrejas.

54. Ofende-se a palavra de Deus quando, em um mesmo sermão, se dedica tanto ou mais tempo às indulgências do que a ela.

55. A atitude do papa é necessariamente esta: se as indulgências (que são o menos importante) são celebradas com um toque de sino, uma procissão e uma cerimônia, o Evangelho (que é o mais importante) deve ser anunciado com uma centena de sinos, procissões e cerimônias.

56. Os tesouros da Igreja, dos quais o papa concede as indulgências, não são suficientemente mencionados nem conhecidos entre o povo de Cristo.

57. É evidente que eles, certamente, não são de natureza temporal, visto que muitos pregadores não os distribuem tão facilmente, mas apenas os ajuntam.

58. Eles tampouco são os méritos de Cristo e dos santos, pois estes sempre operam, sem o papa, a graça do ser humano interior e a cruz, a morte e o inferno do ser humano exterior.

59. S. Lourenço disse que os pobres da Igreja são os tesouros da mesma, empregando, no entanto, a palavra como era usada em sua época.

60. É sem temeridade que dizemos que as chaves da Igreja, que lhe foram proporcionadas pelo mérito de Cristo, constituem este tesouro.

61. Pois está claro que, para a remissão das penas e dos casos, o poder do papa por si só é suficiente.

62. O verdadeiro tesouro da Igreja é o santíssimo Evangelho da glória e da graça de Deus.
63. Este tesouro, entretanto, é o mais odiado, e com razão, porque faz com que os primeiros sejam os últimos.

64. Em contrapartida, o tesouro das indulgências é o mais benquisto, e com razão, pois faz dos últimos os primeiros.

65. Por esta razão, os tesouros do Evangelho são as redes com que outrora se pescavam homens possuidores de riquezas.

66. Os tesouros das indulgências, por sua vez, são as redes com que hoje se pesca a riqueza dos homens.

67. As indulgências apregoadas pelos seus vendedores como as maiores graças realmente podem ser entendidas como tal, na medida em que dão boa renda.

68. Entretanto, na verdade, elas são as graças mais ínfimas em comparação com a graça de Deus e a piedade na cruz.

69. Os bispos e curas têm a obrigação de admitir com toda a reverência os comissários de indulgências apostólicas.

70. Têm, porém, a obrigação ainda maior de observar com os dois olhos e atentar com ambos os ouvidos para que esses comissários não preguem os seus próprios sonhos em lugar do que lhes foi incumbido pelo papa.

71. Seja excomungado e maldito quem falar contra a verdade das indulgências apostólicas.

72. Seja bendito, porém, quem ficar alerta contra a devassidão e licenciosidade das palavras de um pregador de indulgências.

73. Assim como o papa, com razão, fulmina aqueles que, de qualquer forma, procuram defraudar o comércio de indulgências,

74. muito mais deseja fulminar aqueles que, a pretexto das indulgências, procuram defraudar a santa caridade e verdade.

75. A opinião de que as indulgências papais são tão eficazes ao ponto de poderem absolver um homem mesmo que tivesse violentado a mãe de Deus, caso isso fosse possível, é loucura.

76. Afirmamos, pelo contrário, que as indulgências papais não podem anular sequer o menor dos pecados veniais no que se refere à sua culpa.

77. A afirmação de que nem mesmo S. Pedro, caso fosse o papa atualmente, poderia conceder maiores graças é blasfêmia contra São Pedro e o papa.

78. Afirmamos, ao contrário, que também este, assim como qualquer papa, tem graças maiores, quais sejam, o Evangelho, os poderes, os dons de curar, etc., como está escrito em 1 Co 12.

79. É blasfêmia dizer que a cruz com as armas do papa, insignemente erguida, equivale à cruz de Cristo.

80. Terão que prestar contas os bispos, curas e teólogos que permitem que semelhantes conversas sejam difundidas entre o povo.

81. Essa licenciosa pregação de indulgências faz com que não seja fácil, nem para os homens doutos, defender a dignidade do papa contra calúnias ou perguntas, sem dúvida argutas, dos leigos.

82. Por exemplo: por que o papa não evacua o purgatório por causa do santíssimo amor e da extrema necessidade das almas - o que seria a mais justa de todas as causas -, se redime um número infinito de almas por causa do funestíssimo dinheiro para a construção da basílica - que é uma causa tão insignificante?

83. Do mesmo modo: por que se mantêm as exéquias e os aniversários dos falecidos e por que ele não restitui ou permite que se recebam de volta as doações efetuadas em favor deles, visto que já não é justo orar pelos redimidos?

84. Do mesmo modo: que nova piedade de Deus e do papa é essa: por causa do dinheiro, permitem ao ímpio e inimigo redimir uma alma piedosa e amiga de Deus, porém não a redimem por causa da necessidade da mesma alma piedosa e dileta, por amor gratuito?

85. Do mesmo modo: por que os cânones penitenciais - de fato e por desuso já há muito revogados e mortos - ainda assim são redimidos com dinheiro, pela concessão de indulgências, como se ainda estivessem em pleno vigor?

86. Do mesmo modo: por que o papa, cuja fortuna hoje é maior do que a dos mais ricos Crassos, não constrói com seu próprio dinheiro ao menos esta uma basílica de São Pedro, ao invés de fazê-lo com o dinheiro dos pobres fiéis?

87. Do mesmo modo: o que é que o papa perdoa e concede àqueles que, pela contrição perfeita, têm direito à remissão e participação plenária?

88. Do mesmo modo: que benefício maior se poderia proporcionar à Igreja do que se o papa, assim como agora o faz uma vez, da mesma forma concedesse essas remissões e participações 100 vezes ao dia a qualquer dos fiéis?

89. Já que, com as indulgências, o papa procura mais a salvação das almas do o dinheiro, por que suspende as cartas e indulgências outrora já concedidas, se são igualmente eficazes?

90. Reprimir esses argumentos muito perspicazes dos leigos somente pela força, sem refutá-los apresentando razões, significa expor a Igreja e o papa à zombaria dos inimigos e desgraçar os cristãos.

91. Se, portanto, as indulgências fossem pregadas em conformidade com o espírito e a opinião do papa, todas essas objeções poderiam ser facilmente respondidas e nem mesmo teriam surgido.

92. Fora, pois, com todos esses profetas que dizem ao povo de Cristo: "Paz, paz!" sem que haja paz!

93. Que prosperem todos os profetas que dizem ao povo de Cristo: "Cruz! Cruz!" sem que haja cruz!

94. Devem-se exortar os cristãos a que se esforcem por seguir a Cristo, seu cabeça, através das penas, da morte e do inferno;

95. e, assim, a que confiem que entrarão no céu antes através de muitas tribulações do que pela segurança da paz.
1517 A.D









Mensagen Biblíca


Deus não é homem, para que minta; nem filho do homem, para que se arrependa; porventura diria ele, e não o faria? Ou falaria, e não o confirmaria?

(Números 23:19)